Essa é uma história que minha mãe me contou. Ela era professora, já se aposentou. E ela tinha uma colega de trabalho mais ou menos da mesma idade, eu até me lembro dela, ela dava aula de ensino técnico na nossa escola. Enfim, o marido dessa colega largou ela por outra mulher. Não faço ideia do que passou pela cabeça dela pra fazer o que fez, mas ela decidiu que ia trazer ele de volta. Foi procurar uma senhora — tipo benzedeira, sabe? — e pediu pra ela fazer uma simpatia forte, um trabalho pra amarrar o marido. A mulher avisou na lata: podia fazer, mas não ia dar coisa boa. Ia ter um preço. E não só pra quem estava pedindo — pra pessoa que fosse amarrada também. Talvez a colega não tenha acreditado. Talvez ela simplesmente não conseguisse se imaginar vivendo sem ele. Vai saber. Mas fizeram. E adivinhem? Ele voltou. Literalmente em uns dois meses. Ainda lembro da minha mãe falando: "Você acredita?? Funcionou de verdade!" Mas aí ela começou a me contar como os dois adoeceram. A colega — tá, ela não estava muito bem, mas era coisa controlável. Agora o marido? Ficou muito doente. Dava pra ver ele definhando na frente de todo mundo. Três anos depois ele morreu. Ela ainda tem problemas de saúde até hoje, mas está viva — e já faz uns 20 anos. Olha, eu sou mulher. Eu entendo. Ser traída e abandonada é devastador. Mas o que me apavora ainda mais é que esses trabalhos aparentemente são reais. E o que é MAIS apavorante ainda é que o pior nem cai em cima de quem fez — cai em cima de quem foi amarrado. Como que isso é justo?? Você é amaldiçoado sem saber, sem consentir, e VOCÊ é quem paga com a saúde. Isso é muito errado, gente.